sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Caminhamos para o parlamentarismo?

A democracia brasileira é tão jovem quanto frágil. Jovem porque em 2019 completaram-se os primeiros 34 anos do regime democrático no país. Frágil porque nesse curto período histórico derrubou dois dos seis presidentes eleitos. Isso significa que um em cada três presidentes eleitos, no país, caem. Ou ainda, mais de 30% dos que conquistaram, nas urnas, o direito de ocupar o cargo mais importante do país não encerram seus mandatos.


Vale lembrar que desde a redemocratização, nove pessoas já chefiaram o Executivo nacional. Entretanto, os ex-presidentes José Sarney (1985-1990/PMDB), Itamar Franco (1992-1995/PMDB) e Michel Temer (2016-2019/PMDB), eleitos para a vice-presidência, só ocuparam a cadeira de presidente após a derrocada dos cabeças de chapa. Sarney, por conta da morte de Tancredo Neves (PMDB), Itamar e Temer, pelo impeachment de Fernando Collor de Mello (PRN) e Dilma Rousseff (PT), respectivamente.


Há pouco mais de três décadas, em 15 de janeiro de 1985, Tancredo Neves era eleito o primeiro presidente da República após os 21 anos de ditadura militar. Três anos depois, seria promulgada a Constituição brasileira de 1988 que perdura até hoje. Após os anos sombrios de regime militar esperava-se que, tendo a Constituição como guia e o Presidencialismo de Coalizão como método, o Brasil trilhasse um caminho democrático sólido.


Chegando em 2019, as obrigações constitucionais ainda não foram cumpridas, a palavra “impeachment” volta a ser cochichada nos corredores de Brasília e a pautar algumas conversas de jornalistas e analistas políticos. Depois de Collor que caiu em 1992 e Dilma que foi deposta em 2016, o fantasma do impeachment pode começar a assombrar Jair Bolsonaro (PSL), atual dono do posto mais cobiçado da política nacional.


Desde o início do governo de Bolsonaro, nota-se diversas dificuldades de relacionamento do presidente com a oposição e até mesmo com a sua base. O diálogo com o Congresso acontece sempre com troca de farpas - quando há diálogo, os projetos mais defendidos pelo Executivo como a reforma da presidência e o pacote anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, não avançam.


De um lado, Bolsonaro e seus pares argumentam que a incapacidade de governar é de uma suposta velha política praticada, segundo eles, pela maioria do Congresso. De outro, deputados e senadores acusam o governo de falta de clareza em seus projetos, da inexistência de articulação política e de demonização da própria política. O fato é que a crise no alto escalão do Executivo e do Legislativo brasileiros está ainda maior do que na época da queda de Dilma. e a economia, por conta da ingovernabilidade, está demorando a dar sinais significativos de melhora.


Com o impeachment novamente em pauta, surgem questionamentos sobre, se levado em frente, que cicatriz a derrubada de mais um presidente traria? Como esse possível acontecimento afetaria a confiança do povo, não mais apenas na classe política, mas na própria democracia?


Pelo curto período do regime democrático, alta incidência de crises e presidentes retirados dos lugares aos quais foram legitimamente escolhidos para ocupar, um ex-presidente atrás das grades e outro se tornando um frequentador assíduo da prisão, surge um questionamento ainda mais profundo: o Presidencialismo de Coalizão falhou? Teria chegado o momento do Brasil testar um novo sistema democrático assim como, por exemplo, o parlamentarismo?


Um dos grandes defensores dessa mudança é Ciro Gomes (PDT) terceiro candidato mais votado da última eleição presidencial e o único, segundo as pesquisas da época, que derrotaria Jair Bolsonaro no segundo turno. Um dos senadores, Renan Calheiros (MDB) fala em “presidencialismo sem presidente” e de um Congresso com agenda própria. A mudança para o parlamentarismo que, inclusive, foi debatida na reforma política proposta durante o mandato de Michel Temer, já começa a ganhar força entre congressistas.


Como especialistas analisam o cenário? O parlamentarismo seria mesmo uma possível solução para a sucessão de crises políticas? E, apresentando-se como uma solução, quando e de que forma seria implementado? Quais impactos essa mudança poderia trazer? Existiriam outras alternativas?

Reportagem sobre o assunto em: http://bit.ly/parlamento2019

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Os perigos do revisionismo histórico

Saudosismo à Ditadura Militar evidencia flerte de Bolsonaro com autoritarismo e mancha a imagem do país

Dono de posturas polêmicas, Bolsonaro relativiza a tortura, defende a ditadura e declara que o Nazismo de Hitler era um movimento de esquerda (Foto: Carolina Antunes/PR-Palácio do Planalto)

Confira na reportagem:

A negação (e a relativização) da História
A clareza de que a ditadura militar foi um período danoso para a história do Brasil parece estar sendo abalada pelo negacionismo verbalizado no discurso do presidente Jair Bolsonaro. A visão ultraconservadora que insiste na afirmação de pós-verdades — como dizer que, em 1964, a democracia brasileira não sofreu um golpe ou que o Nazismo era de esquerda — entretanto, não é uma exclusividade do Brasil.

O papel da Imprensa
A mídia sempre teve um papel decisivo em pautar o debate público. Mesmo após a bolha da internet com produtores de conteúdo independentes e as informações que circulam em redes sociais, a imprensa não perdeu a função. É justamente por essa sobrecarga de informações que os meios de comunicação surgem como filtro para tentar separar o relevante do desimportante e o factível do falacioso.

Uma brecha para a opressão
“O autoritarismo sempre começa com a exploração de uma crise. Em seguida, adota a censura. Por fim, elimina os oponentes”, analisa Juremir Machado. Negar a realidade para escapar de verdades desconfortáveis ou simplesmente para validar a nossa ideologia pode trazer sérias consequências. Como disse o presidente durante fala no Memorial do Holocausto, “aquele que esquece o seu passado está condenado a não ter futuro”, realizando uma autocrítica involuntária que denuncia os perigos das próprias atitudes.

sábado, 27 de abril de 2019

O Instagram do Messias

Imagem de “salvador” e discurso de perseguição orientam o perfil do presidente Jair Bolsonaro

Com uma conta quatro vezes mais popular que os perfis dos três últimos ex-presidentes juntos, Jair Messias Bolsonaro utiliza o Instagram para se comunicar diretamente com os eleitores (Foto: Alan Santos/PR/Banco de Imagens do Palácio do Planalto)

Confira na reportagem:

Mídia, a grande vilã
No Instagram de Bolsonaro, a culpa pelas más notícias é sempre da imprensa


A propaganda governamental
Ao dar visibilidade para ações selecionadas do governo, Bolsonaro rivaliza com a narrativa da imprensa

O povo me ama
Um dos maiores argumentos de Bolsonaro contra as críticas direcionadas à sua gestão é o carinho recebido dos eleitores

Manual do bom comportamento nas redes sociais
Um guia prático para você, amigo político, que procura dicas sobre como utilizar o Instagram

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Cinco anos da maior operação de combate à corrupção

No novo capítulo da Lava Jato, é a vez de Michel Temer enfrentar a força-tarefa



Depois de uma temporada de investigação de petistas, a prisão do ex-presidente Michel Temer direciona a Lava Jato a outros partidos. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

“A maior investigação contra a corrupção já realizada no Brasil”.
“Um símbolo do combate à corrupção”.
“Aquela que coloca os poderosos na cadeia”.
“Um marco no Judiciário e na política brasileira”.
“A desvendadora dos esquemas de corrupção”.
Há 5 anos, expressões como essas se tornaram comuns no Brasil, principalmente no noticiário político, para se referir à operação iniciada em 17 de março de 2014: a Lava-Jato, grande responsável por nublar as fronteiras entre as editorias de política e policial. É nesse contexto que ocorreu, no dia 21 de março, a prisão do ex-presidente da República, Michel Temer.
Antes disso, no dia 14 do mesmo mês, se discutia um suposto enfraquecimento da operação, devido à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em retirar da Justiça Federal o poder de investigar crimes de caixa dois envolvendo partidos políticos. Nesse cenário, a prisão de Temer toma, perante à sociedade, um significado de resposta e demonstração de força da Lava-Jato.

Leia a reportagem completa em: https://medium.com/betaredacao/cinco-anos-do-maior-s%C3%ADmbolo-de-combate-%C3%A0-corrup%C3%A7%C3%A3o-aa64a52491ec

sábado, 19 de maio de 2018

Capacitações 2018

Negociação 4.0: Método de Alta Performance em Vendas
(desafios profissionais; captação e fidelização de clientes; negociação. vendas; atendimento; geração de valor)


MOOC: Liderança - Os Desafios 
(liderança; comunicação; feedback; grupos e equipes; resiliência)


Day1 - Endeavor


Normas para Elaboração e Formatação de Textos Acadêmicos



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Reportagem especial

União pela sobrevivência: os novos caminhos do Underground


Integrantes da cena falam sobre o passado, o futuro e o presente da música independente

Crise. A palavra é comum nas editorias de veículos de comunicação e rodas de conversa sobre economia ou política. Mas ultimamente o termo é, também, cada vez mais frequente quando o assunto é cultura. Ou contracultura. Dentro de um cenário onde determinados gêneros musicais ganham espaço e ofuscam outros, há quem diga que os circuitos de rock and roll perderam força. A cena já não é como nos anos 1980 ou 90, quando o rock desfrutava da hegemonia da grande mídia e ocupava parte significativa do mainstream. Por outro lado, muitos grupos enxergam, nos novos meios de produção e divulgação da música, oportunidades de ir aonde bandas do passado não conseguiram. 

As opiniões sobre a suposta crise são divergentes. O fato é que o underground não é mais o mesmo. Se a cena corre o risco de se perder ou se desconfigurar, é consenso entre os artistas que é preciso recuperá-la e renovar a sua logística. Como fazer isso? Os modos propostos divergem, mas há um grande coro pelo fim da competição entre grupos, e uma nova união das bandas independentes. Tudo começa por entender o que é, de fato, o underground e como ele irá sobreviver.



sábado, 18 de março de 2017

Reportagem Investigativa




"Com 30 mil cabeças de gado roubadas só no primeiro semestre de 2016 e um prejuízo que pode ultrapassar a casa dos R$ 100 milhões, o abigeato e o roubo de carne vem assustando o Rio Grande do Sul. Descubra porque alguns pecuaristas estão desistindo de suas criações e como o poder público, em meio a um caos na segurança, está reagindo."

Entenda os métodos mais utilizados pelos criminosos e como as quadrilhas agem. Saiba como o estado vem se mobilizando para enfrentar esse problema.

Conheça o caso do pecuarista José Roberto Vweidriker, cujos bois estão sendo roubados, de barco, pelo rio Gravataí. Só no verão passado, ele teve 60 animais furtados, um prejuízo de R$ 120 mil;

A administradora Kátia de Oliveira enfrenta o problema há 20 anos e já teve 12 mil metros de arame roubados em uma noite. Agora ela investe em segurança privada para tentar evitar os prejuízos;

Já o fazendeiro Flávio Azeredo teve a maior perda na sua vaquinha de estimação, a Gardênia, que foi furtada junto de outros animais na noite em que ele perdeu R$ 8 mil;

Confira os relatos do secretário executivo do Comitê de Combate ao Abigeato, Tenente-Coronel da Brigada Militar, César Augusto Pereira da Silva - ele explica a criação e a funcionalidade da comissão que integra cinco secretarias estaduais;

De Zilmar Moussalle, diretor executivo do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados do Rio Grande do Sul (Sicadergs) - ele comentou como e porquê o crime vem crescendo assustadoramente. Abordou, ainda, as ações realizadas, em parceria com Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil, desde o primeiro semestre de 2016;

De Fábio Avancini Rodrigues, vice-presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) que alega, sobre o abigeato: "É uma atividade prejudicial tanto economicamente quanto pela questão sanitária (...) Um fator importante que põe em risco a saúde da população";

Da médica veterinária Rosane Colares, que trabalha no serviço de Educação Sanitária da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) - falando sobre a formação dos servidores públicos para o enfrentamento da situação;

E da chefe da Vigilância Sanitária de Montenegro, Silvana Schons, que explica como é feita a fiscalização das carnes nos municípios. Silvana alerta os consumidores para as doenças causadas pela carne sem procedência e/ou má conservada e conta um pouco sobre a operação “Fiscalização Integrada” que já recolheu mais de uma tonelada de carne do comércio.

Completa a matéria uma entrevista com o delegado Adriano de Jesus Linhares Rodrigues, líder da força-tarefa para o combate ao abigeato. Encabeçada pela Polícia Civil e sediada na Delegacia de Rosário do Sul. Até o momento foram presas 45 pessoas envolvidas no furto e na receptação.

A REPORTAGEM PODE SER CONFERIDA, NA ÍNTEGRA, NO MEDIUM:

Documento: 

O Abigeato e os caminhos da carne clandestina

sexta-feira, 17 de março de 2017

Beta Redação



O QUE É:

A Beta Redação integra diferentes atividades acadêmicas do curso de Jornalismo da Unisinos em laboratórios práticos, divididos em cinco editorias. Diariamente, sob a orientação de professores, os estudantes produzem e publicam conteúdos jornalísticos de diversos gêneros, formatos e temáticas. O objetivo da Beta Redação é proporcionar aos jornalistas em fase final de formação uma vivência intensa da realidade profissional, fomentando a experimentação e o exercício crítico do Jornalismo, em contato direto com o público.

Série de três reportagens sobre a mendicância e o comércio irregular no Trensurb:

domingo, 1 de janeiro de 2017

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Mostra Competitiva 2016 - 29º Set Universitário (PUC RS)



Premiação: Mostra Competitiva 2016 do 29º Set Universitário na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC RS) 

Vencedor na categoria Publicação Impressa - Revista


Participação: Sugestão do tema da revista, produção da reportagem que ganhou a capa Fetiche levado a sério (pgs 74-77)

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Trabalhos realizados na Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre (Smed PoA) [2016-2]

As melhores matérias estão sinalizadas com ** e ***


Revista Conhecer chega a décima edição abordando tempo e espaço


Escola Elyseu Paglioli apresenta espetáculo teatral no Renascença**


Mundo da fantasia embala festa de Natal na Escola Marzico


Centro dos Trabalhadores forma 130 alunos nesta sexta-feira


Smed sorteia bolsas para jovens e adultos e divulga cronograma


Alunos da rede municipal protagonizam 5º Sonho de Natal


Sorteio de bolsas de estudo para EJA ocorre nesta quarta-feira


Smed sorteia bolsas de estudo para escola La Salle Esmeralda


Escola Chico Mendes integra artes plásticas com sustentabilidade


Escola Gabriel Obino promove espetáculo teatral bilíngue


Secretária de Educação recebe dirigentes para balanço da gestão**


Ensino do Holocausto na rede municipal mostra resultados**


Escola Infantil Jardim de Praça Girafinha promove piquenique


Escola Porto Novo escolhe nome de biblioteca


Escola da Vila da Páscoa comemora 25 anos nesta sexta-feira


Escolas Preparatórias de Dança apresentam histórias de Natal**


Escola Lidovino Fanton é vencedora do prêmio Fala 2016


Escola Ana Íris do Amaral realiza ação solidária


Formatura do Programa de Trabalho Educativo ocorre sexta-feira


Smed participa de estudo internacional sobre primeira infância**


Escola Victor Issler debate questões imigratórias e raciais**


Escolas municipais escolhem diretores nesta quarta-feira


Professora norte-americana visita Smed para conhecer o PIM PIA**


Seminário internacional debate papel da biblioteca e da leitura**


Escritor Tino Freitas visita escola do Bairro Cavalhada


Último dia de inscrições para sorteio de bolsas de estudo da EJA


Orquestra Villa-Lobos apresenta-se na Feira do Livro neste sábado


Encerram-se nesta sexta as inscrições para Educação Infantil


Escolas do Altos do Partenon realizam mostra itinerante


Escola Nossa Senhora de Fátima faz lançamento na Feira do Livro


DESTAQUE: Mostra Cultural da Escola Ildo Meneghetti enfoca construção da paz***


Feira do Livro movimenta escola Mário Quintana


Grupo de Estudos da Educação Infantil tem novo encontro


Escola Nossa Senhora do Carmo debate Ciclos de Aprendizagem


Servidores municipais recebem bônus para aquisição de livros


Ações de incentivo à leitura mobilizam escolas e comunidade


DESTAQUE: Smed recebe nova etapa do 8º Encontro de Saúde Mental na Escola***


Parceria com a Smed proporciona oficinas para cegos


DESTAQUE: Fronteirinhas debate tolerância, liberdade e convivência***


Aulão do Enem 2016 tem inscrições abertas


Escola Migrantes realiza 6º Seminário de Formação


Escolas municipais participam do Fronteiras Educação**


Alunos protagonizam Olimpíada na escola Elyseu Paglioli


Crianças da Escola Ilha da Pintada transformam sala em castelo**


Escola Porto Alegre realiza exposição de trabalhos na Câmara


Alunos do município são medalhistas em Olimpíada de Astronáutica


Passeio turístico e almoço marcam Semana da Criança Abrasel


Escolas apresentam projetos para a promoção da cultura de paz


Alunos vivenciam experiências gastronômicas na Semana da Criança


Escola de Educação Infantil Humaitá promove 5ª EcoFeira


Exposição fotográfica retrata rotinas da Escola Morro da Cruz


Alunos da Escola Neusa Brizola protagonizam Feira do Livro**


DESTAQUE: Semana Ecológica movimenta Escola João Goulart***


Escola Especial Lygia Averbuck promove semana do meio ambiente**


Escola Gabriel Obino debate práticas pedagógicas em seminário


Família na escola é tema de aniversário da Unidos da Paineira


Escolas municipais são destaque em torneio da Sogipa


Escola Martim Aranha celebra 30 anos com pedidos de paz**


Escola Alberto Pasqualini completa 59 anos com mostra de talentos






Lomba do Pinheiro sedia desfile cívico de escolas e instituições


Escola Municipal Ilha da Pintada desfila na Semana da Pátria


Semana da Pátria: escolas municipais integram desfile na Restinga


Escolas participam de feira de ciências, arte e cultura**


Alunos da Escola Nova Gleba fazem receita com alimentos orgânicos


Capacitação inicia processo de matrícula para a educação infantil


Feira de Ciências movimenta Escola Unidos da Paineira


Alunos da Escola Décio expõem trabalhos em Mostra do Conhecimento


Trabalho desenvolvido na Escola Ana Íris é apresentado na UFRGS


Reunião orienta sobre processo eleitoral de diretores de escolas


Alunos da Pica-Pau Amarelo visitam Casa de Cultura Mario Quintana


Abertas as inscrições para Encontro de Educação Musical


Encontro com diretores de escolas aborda práticas de gestão


Escola Ildo Meneghetti é premiada em campeonato de robótica


Cerimônia prestigia alunos esportistas de escola municipal**


Conferência de educação infantil aborda protagonismo das crianças


Ciclo de palestras debate saúde mental na escola**


Profissionais de nutrição participam de capacitação semestral


Inscrições abertas para o 8º Encontro Municipal do PIM PIA


Escola Nossa Senhora de Fátima vence etapa dos jogos escolares


Escola infantil do Bairro Cavalhada faz exposição de trabalhos


Festas juninas movimentam escolas da rede municipal neste sábado


Escolas da rede municipal comemoram festas juninas neste sábado


Diversidades de aprendizagem pautam seminário


Escola América entrega brinquedoteca


Escola Martim Aranha aborda diversidades pedagógicas em seminário


Escola Tristão Sucupira Vianna realiza Festa Junina neste sábado


Total = 90 matérias

ELEIÇÕES 2016: São Leopoldo - Quem patrocina a campanha dos prefeituráveis

Conheça os cidadãos que mais contribuíram financeiramente para as campanhas dos candidatos à prefeitura da cidade


As eleições de 2016 são as primeiras em que está proibida a doação por parte de empresas. A alteração na lei eleitoral trouxe, além das novas regras para arrecadação, modificações nas diretrizes para propaganda, horário eleitoral e debates. A partir deste ano, o financiamento das campanhas só pode vir de pessoas físicas, recursos próprios do candidato ou do fundo partidário. Por meio de dados disponibilizados no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - http://www.tse.jus.br/ -, identificou-se os cidadãos que mais contribuíram financeiramente para as campanhas de Ary Vanazzi (PT), Chico (PP), Dr. Carlos Szulcsewski (PSD), Dr. Moacir (PSDB), Professor Célio (PSOL) e Professor Nado (PDT). A partir disso, foram elencados os cinco maiores contribuintes entre as seis candidaturas.


Aníbal Moacir da Silva, o Dr Moacir, é dono da segunda candidatura que mais arrecadou até agora, com 55 mil reais. O candidato à reeleição é o maior acionista de sua própria campanha, tendo investido 21 mil reais. Esse montante é o maior registrado, dentre todos os candidatos, oriundos de pessoas físicas. O dinheiro foi computado, para o candidato do PSDB, por meio de transferência eletrônica em uma doação única no dia 25 de agosto.


O segundo maior doador é Ricardo Rotenberg que contribuiu, no dia 9 de setembro, com 20 mil reais para a campanha de Ronaldo Teixeira da Silva, o Professor Nado - candidatura com a terceira maior arrecadação: R$41.670,36. O valor é maior, inclusive, do que o doado pela Direção Nacional do PDT (R$ 16.100,00) e pela Direção Municipal/Comissão Provisória (R$ 3.570,36) do partido.


Valdir Farias de Mattos realizou, no dia 2 de setembro, uma transferência eletrônica no valor de 15 mil reais para apoiar o candidato Dr. Carlos Szulcsewski do PSD. Desta forma, Valdir tornou-se o terceiro maior doador, dentre todas as campanhas à prefeitura de São Leopoldo, em 2016. Vale ressaltar que a candidatura do Dr. Carlos recebeu apenas mais uma única doação, também de pessoa física, no valor de 722 reais. De acordo com as informações divulgadas por intermédio do site do TSE, o candidato do PSD não recebeu, até o momento, nenhum aporte financeiro de sua sigla. Totalizando R$15.722,00, é a candidatura que menos arrecadou. A chapa do PSD só fica à frente da liderada pelo PSOL, do Professor Célio - indeferida com recurso e, portanto, sem nenhuma doação computada.


Os quarto e o quinto maiores doadores únicos das campanhas deste ano são adeptos da chapa do PSDB. A candidatura do atual prefeito, Dr Moacir, recebeu 7 mil reais, no dia 2 de setembro, de Ari Borges dos Santos e 5 mil reais, também no dia 2, de Guilherme Werner Magro.


Dentre os concorrentes à ocupar a cadeira de líder máximo do Executivo capilé, o que está mais bem sustentado financeiramente é Ary Vanazzi. O petista tenta retornar à prefeitura municipal com a campanha mais cara até aqui: R$97.640,00. No entanto, se observarmos os maiores doadores únicos Vanazzi tem apenas o quinto maior doador (num empate técnico com Guilherme Magro, apoiador de Dr Moacir). José Eri Osório de Medeiros transferiu 5 mil reais no dia 6 deste mês. José Eri é o maior contribuinte único de Vanazzi porém não é responsável pela maior contribuição. O Diretório Estadual/Distrital do PT injetou 50 mil reais na chapa do ex-prefeito (2005-2012) e atual candidato.

O candidato Chico (PP) não obteve nenhum doador que atinja os 5 mil reais. Dos R$ 17 mil registrados até o momento, 14 vem do Diretório Municipal/Comissão Provisória e os outros 3 mil de uma pessoa física.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Segurança e resultados do Ideb 2015 pautam reunião de diretores

A Secretaria Municipal de Educação (Smed) recebeu, nesta quarta-feira, 14, os diretores das escolas da Rede Municipal de Ensino (RME) para uma reunião onde foram abordados os resultados do índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2015 – O Ideb, realizado a cada dois anos, sintetiza dois conceitos para avaliar a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática – e ações relativas à prevenção e resolução de conflitos no ambiente escolar. O encontro de diretores versou ainda sobre questões de segurança pública.

Quanto à classificação no Ideb, o município de Porto Alegre atingiu a nota 4,6 nos anos iniciais e 3,8 nos anos finais (o indicador é gerado a partir da multiplicação da nota do aprendizado pelo fluxo escolar). O valor do indicador do fluxo escolar obtido pelo município foi de 0,87 nos anos iniciais (de cada 100 alunos 13 não são aprovados) e de 0,8 nos anos finais (de cada 100 alunos 20 não são aprovados). Quanto ao indicador de aprendizado, a nota – referente ao desempenho dos alunos em Português e Matemática, avaliado por meio da Prova Brasil – atingiu 5,31 nos anos iniciais e 4,69 nos finais.

Cleci Jurach, secretária municipal de Educação, avaliou os resultados. “Vem ocorrendo um crescimento lento e gradual. Infelizmente não atingimos a meta estabelecida para o município que seria a nota 5 nos anos iniciais e 4,5 nos finais. No entanto, quem trabalha com educação e conhece os desafios da nossa realidade sabe que os índices atingidos são uma vitória”, salientou. A meta projetada para a Rede Municipal em 2017, data em que sai a próxima classificação do Ideb, é de 5,6 para os anos iniciais e 4,7 para os finais.

Outra pauta debatida foi a questão da segurança interna e externa das instituições escolares. Estiveram presentes as coordenadorias da Assessoria Técnica e Articulação em Redes (Atar) e da Diretoria de Recursos Humanos (DRH) – setores da Smed responsáveis por auxiliar na resolução de conflitos e situações de crise dentro das escolas. De acordo com Cleci, é preciso fortalecer o psicológico dos professores. “Os profissionais de educação precisam saber como agir nas horas de pânico e estar aptos a lidar com situações de violência”, destacou. Conversou-se ainda, sobre o projeto intersetorial Galera Curtição, presente em 26 escolas da rede, que visa à conversação e conscientização para prevenir casos de violência nos educandários. Os diretores fizeram relatos, deram sugestões e encaminharam as demandas da área de segurança existentes dentro e fora das unidades escolares pelas quais são responsáveis.